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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Snug.me e a revolução de marcas cool



Há uns anos, quando os meus mais velhos tinham idade para ser cool, eu vestia-os de pullover,camisinha, sapatos vela and so on. Não era lá muito cool, convenhamos - espero que mais tarde não precisem de terapia por causa disso!

Eram outros tempos e as nossas mentalidades eram outras. Deve ter acontecido o mesmo aos nomes que escolhemos para os nossos filhos, nomes antigos, que víamos como históricos e com classe.

Houve uma altura em que achava que parecia claramente a babysitter dos meus filhos, tal a discrepância no modo de vestir. Mas era assim que eu gostava e pronto.

Depois vieram os blogs e não se viam bloggers com tatuagens. Eram todas betinhas ou, quanto muito boho-chics, ou lá como se diz

Confesso que talvez tenha tentado um pouco ser quem não era, embora agora acredite que isso só me fez bem, porque me permitiu ir do punk, ao rockabilly, ao pseudo-intelectual, ao beto farsolas, escolhendo ser quem eu queria ser.

Mas a revolução comigo veio com a separação. Fartei-me dos folhinhos e lacinhos para ela, fartei-me de procurar o que estava in para mim.

E escolhi aquilo com que me identficava, com o que sempre me identifiquei, que era o cool, o preto, o rocknroll, os hipsters, o diferente.

Curiosamente, porque a vida é mesmo feita de factos curiosos, começaram a aparecer cada vais mais marcas cool, em Português, ao estilo da Finger in the Nose, ou Misha Lulu, já para não falar da Stella Maccartney Kids, cujos preços são proibitivos.




Preços em conta, peças giras, diferentes, que tornavam os nossos putos com muito mais graça e irreverência não havia. Ou havia poucas, muito poucas. Agora apareceram muitas mais, sem dúvida.




Um desses sites pelos quais me enamorei foi a Snug.me . Ao princípio, é verdade, não liguei muito, porque era roupa de cama, coisas mais para bebés, quando eu já não tinha bebés em casa - embora fossem giras, giras, giras, de cair para o lado.

Até que dei de caras com o outfit que era a cara do Vicente, Vicente skater, Vicente desportista, Vicente amor da mãe e também um bad boy quando quer. Vicente o meu herói, com uma capa invisível! Simplesmente amei. Amei tanto que tirei uma série de fotografias, não profissionais, para vos poder mostrar o quão estava encantada.




E fiquem atentas nesta marca. Mais dia menos dia há passatempo!















https://www.instagram.com/snug.me/

segunda-feira, 24 de abril de 2017

As Ritas da minha filha e o presente da Páscoa



A vida da minha filha está cheia de Ritas: Rita, a tia, irmã da mãe; Rita, a tia do tio preferido, Rita, a boneca em que se enrosca todas as noites e Rita, uma uma fada-madrinha, uma amiga da mãe, do tempo das feirinhas, do 4D&Friends, amiga do primeiro ao último dia, que se espera longínquo.

As Ritas são especiais. A Rita, a minha irmã com 13 meses de diferença de mim foi a minha companheira de lutas e brincadeiras, de protecções e ciúmes.A minha vida teria sido muito diferente sem ela.

A Rita da Galinha Doida foi das poucas pessoas que veio falar comigo depois da separação. Sei que muitas não o fizeram por mal. Muitas vezes não se sabe o que se dizer, mas por vezes basta uma mensagem com um coração. E depois, convenhamos, a Sofia já não organizava eventos, a Sofia já não era a mesma, a relação com a Sofia tinha mais ou menos terminado quando o que levou essa relação a funcionar tinha deixado de fazer sentido.


Ritas, da minha vida, Ritas da vida da Concha, cada uma com as suas dificuldades, com as suas crises, com os seus momentos felizes, como todos nós. Desejo-vos o melhor.

Se tudo o que vos desejo se concretizasse, a vossa vida seria ainda mais luminosa.

Rita, sei que não estás à espera. Disseste-me que sabias que a Concha agora estava mais rocknroll, mas que fazias questão de lhe enviar a roupa para a Páscoa.

Eu fiquei de lágrimas nos olhos. Por tudo. Porque quando muita coisa me corre mal, tendo a não ver o que corre bem, os pequenos grandes nadas que são sinais. De Deus ou do destino. Sinais que tendemos a não olhar. Mas que estão lá. Estão sempre lá. Basta prestarmos atenção.











Conjunto: Galinha Doida

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A Bailarina

Fomos convidados para a antestreia do filme Bailarina, que ia contar com a presença da Mia Rose e do Miguel Cristovinho (D.A.M.A) que iriam dar música aos presentes - 350 convidados, entre eles imensas crianças.
Um filme animado onde a protagonista quer lutar pelo sonho de ser bailarina, e o convite vir dentro de uma caixa de música linda, foram motivos de peso para apontar na agenda o dia 9 de Abril.
O Vicente disse que logo que se ia ser sobre ballet ele não queria ir. Respeitei, mas que tonto que foi. O filme foi muito mais do que um filme sobre ballet. Foi um filme sobre bons e maus, sobre a amizade e o amor, sobre a perseverança, a sorte e a luta pelo que acreditamos. No fundo isso são os ingredientes essenciais pelos quais o mundo gira.

No convite dizia que o dress code era o Ballet.

A Concha divertiu-se imenso e foi engraçadíssimo estar ao lado de outras estrelas como o Cifrão, A Bárbara Norton de Matos, a Paula Lobo Antunes, super simpática e divertida...


Obrigada NOS Audiovisuais. Adorámos!

https://www.facebook.com/bailarinaofilme



Dia 27 de Abril, não percam!
















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